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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Como evitar que a ansiedade prejudique uma entrevista de emprego?

Aprenda a usá-la a seu favor com as dicas abaixo


Ela é responsável por manter as pessoas em estado de alerta e preparadas para situações importantes ou adversas, o que é bastante positivo. Porém, em doses acima do normal, a ansiedade pode adquirir o efeito inverso, vulnerabilizando o indivíduo e tornando-o incapaz de gerir suas ações, o que pode ser desastroso durante um processo seletivo. 

Após um período de buscas, surge uma boa oportunidade de emprego. É normal que o candidato fique ansioso para a entrevista. Afinal, ele terá que passar ao recrutador todo o seu conteúdo profissional, como experiência e competências acumuladas ao longo de toda vida em apenas poucos minutos. Como evitar que a ansiedade ultrapasse o limite considerado normal no momento de uma entrevista de trabalho?

Sônia Norões, gerente de recrutamento e seleção da Personal Service, ensina que o autoconhecimento é uma peça importante. “Quem se conhece bem é capaz de compreender suas limitações ou pontos que precisam ser melhorados. Isso facilita a entrevista de emprego, já que revela transparência”, diz.

Outro ponto que a especialista levanta é que pessoas bem preparadas ficam menos nervosas quando entrevistadas. Faça uma pesquisa antes de encarar o recrutador. O candidato que vai para a entrevista conhecendo bem a empresa e o cargo que almeja, tem menos chances de se perder em seus argumentos.

“A entrevista de emprego é um momento particularmente estressante. O candidato deve manter a autoestima elevada e tentar se manter calmo”, completa. Sônia dá algumas dicas para quem já está com uma entrevista agendada:

1. O fato de ter sido convidado para a entrevista já revela que você passou pela primeira fase, a avaliação de currículos. Portanto, seja confiante!

2.Tente levar a entrevista de uma maneira leve, mas sem deixar de lado a formalidade que a ocasião exige. 

3. Fale de forma clara e objetiva. 

4. Avise sempre quando não entender alguma pergunta, seja positivo em suas declarações e, em hipótese alguma, minta para o seu entrevistador.


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

É preciso preparo para ser bem sucedido



Se a pessoa o alcançar o topo da carreira somente porque possui alguém que a banque, poderá causar sérios danos à companhia e à sua carreira no longo prazo


Em tempos de Enem, precisamos reforçar a ideia de que, para ser bem-sucedido, o profissional precisa de preparo. Uma história é contada há algum tempo no mundo executivo:

“Na Inglaterra, em um renomado curso de MBA (Master in Business Administration), a sala está pronta para uma prova importante. É segunda-feira e, enquanto aguardam o início do teste, alunos de diferentes nacionalidades conversam sobre seu final de semana e como o utilizaram para se preparar para a prova. Um deles, holandês, entretanto, revela: ‘Fui velejar!’ Um silêncio se faz e, em seguida, um de seus colegas pergunta, em tom muito sério: ‘Você não se preparou para a prova?’ Era evidente que não!”

O que é relevante nessa curta história não é o aluno não ter se preparado, mas a cultura dos demais, que chamaram sua atenção para o fato de que, se você vai fazer algo tão relevante quanto um teste de um MBA, precisa se preparar... e bem!

Felizmente, tenho conhecimento de que no Brasil algumas ilhas de excelência fomentam alunos com essa natureza: valorizam o preparo acima de qualquer outro fator. Essa é uma cultura com maior chance de sucesso para o indivíduo, as empresas e o País. Afinal, alunos com essa conduta levam para as empresas o comportamento necessário para se tornarem os melhores.

É ótimo ter um cargo de gerência, mas, se a pessoa o alcançar somente porque possui alguém que a banque, poderá causar sérios danos à companhia e à sua carreira no longo prazo.

Nossa cultura ainda distorce muito a ideia da indicação de alguém para um cargo. Ela é apropriada quando há muitos concorrentes solidamente preparados, e não para favorecer os desqualificados.

Nós temos de ter um enorme apreço pelo preparo, o conhecimento e a sabedoria. Um profissional consciente deve transformar-se com o tempo em um líder de valor. Para isso, precisa preparar-se bem, desenvolver seu networking e aprimorar-se no jogo político das empresas.

Se o líder de valor não ocupar os espaços relevantes na companhia, outro, menos qualificado, o fará. E o mundo precisa de líderes preparados! Vamos incentivá-los!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Em sua carreira, mire o topo!



É preciso sair da mediocridade e perder o medo de tentar ser o melhor

Algumas pessoas miram muito baixo em suas carreiras. Essa escolha as deixam vulneráveis às transformações do mundo e suas consequências. Para que isso não ocorra com você, mantenha em alta sua motivação para o autodesenvolvimento contínuo. Por vezes, apenas ser um profissional acima da média não é suficiente para manter a empregabilidade, você precisa pertencer à elite de sua profissão. Se possível, ser o número 1.

É ótimo ter emprego e vida confortável, mas, se quiser fazer diferença para si mesmo, sua família, a empresa em que trabalha e o mundo, você deve querer mais que apenas sobreviver: deve pensar em como crescer e amadurecer, para ter maiores responsabilidades e ser capaz de fazer cada vez mais.

Muitos não conseguem chegar a fazer parte do grupo dos melhores de sua profissão porque procuram se auto-orientar. Tentam se desenvolver sozinhos e, mesmo com recursos, não investem o suficiente em suas carreiras para galgar degraus maiores. Campeões olímpicos, como Michael Phelps, não tinham um treino comum. Sua rotina era rigorosa, com muito método e disciplina. Além de sacrifícios que incluíam ignorar datas como Natal e outros feriados. Quer pertencer à elite? Terá de se manter com fome, mesmo já tendo comido muito. O Brasil precisa incentivar mais as pessoas a ir além, a superar seus limites. Ainda temos uma cultura da sobrevivência, isso não é suficiente para desenvolver o País. Mas, para aqueles que desejam ser os melhores, é importante seguir alguns caminhos.

Um primeiro passo importante é descobrir quem são aqueles que estão, ou estiveram, no topo da mesma carreira que a sua. Afinal, se você quiser chegar lá, terá de saber quem precisa superar. Michael Phelps queria superar a marca histórica do nadador americano Mark Spitz, que conquistou sete medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Munique de 1972. Saber tudo sobre quem já chegou ao topo é um passo importante em seu preparo. Qual a história dessas pessoas? Como fizeram? Quem as auxiliou a chegar lá? Além de conhecimento, com certeza, você encontrará muita motivação para seguir em frente.

Outra descoberta fundamental é saber qual é a melhor escola para aprimorar profissionais em sua área de atuação. Procurar os principais cursos nas melhores escolas é um fator de sucesso. Saiba que vivemos em um mundo no qual as pessoas preferem ensinar a aprender. Com isso, tem muita gente ensinando, e é difícil descortinar os melhores professores e coaches em meio a tanto marketing. Por isso, a importância de saber onde eles se encontram. Escolha com o mesmo critério dos profissionais que estão no topo.

O principal motivo de você escolher os melhores professores e coaches é que eles lhe ensinarão o método apropriado de desenvolvimento. Uma falha grande de muitos profissionais é que, ao tentar se auto-orientar, treinam excessivamente, ficam cansados e nunca alcançam a melhor performance. Não é a quantidade de treino que conta, mas a quantidade balanceada entre tempo de treino, descanso e outros fatores que fornecem um equilíbrio de todas as dimensões humanas. Somente o método apropriado permite ao profissional obter o seu melhor, sem causar danos em outras áreas de sua vida, incluindo seu futuro. Afinal, não adianta chegar ao topo para lá ficar somente por pouco tempo, e depois sucumbir ao estresse.

Existe certo tabu no Brasil quanto a ser o melhor. Em outros países, aqueles que estão no topo são admirados, respeitados, estudados e copiados. Aqui se considera que aqueles que chegaram ao topo o fizeram somente por talento, vontade divina ou alguma fraude. É fato que somos frutos de nossa cultura, mas também agentes de sua transformação. Precisamos modificar nossa forma de ver o sucesso. As gerações futuras merecem ser desenvolvidas tendo como modelos aqueles que chegaram ao mais alto nível de suas profissões.

Nunca aceite a mediocridade, não importa qual seja sua condição socioeconômica ou as dificuldades indescritíveis pelas quais já passou. Se quiser fazer o máximo por si mesmo e para o mundo, faça o que for necessário para pertencer à elite de sua profissão. Vamos em frente!