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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Benefícios voltados para mulheres dão resultado no desempenho profissional?


Instauradas há não muito tempo no mercado de trabalho nacional, as políticas de engajamento e benefícios são, em grande parte, genéricas, atendem a todos da mesma maneira sem levar em conta as particularidades individuais e de gênero




Mulheres já são maioria em território brasileiro e representam 46,1% da população economicamente ativa, segundo dados de 2011 do IBGE. Algumas empresas as preferem em seu quadro de funcionários por acreditar que elas sejam mais organizadas, caprichosas e atenciosas, mas como mantê-las felizes no quadro de funcionários? Instauradas há não muito tempo no mercado de trabalho nacional, as políticas de engajamento e benefícios são, em grande parte, genéricas, atendem a todos da mesma maneira sem levar em conta as particularidades individuais e de gênero. 

Não estamos falando de segregar, rosa para meninas e azul para meninos, do ponto de vista da empresa o que engaja mulheres e homens são basicamente os mesmos motivos. O importante é que a companhia crie um significado na atividade desenvolvida e isso se traduz em ter um processo de comunicação claro, aberto e transparente, que permita que o profissional seja visto de forma integral, e que desta forma o gestor de RH possa aperfeiçoar os benefícios de acordo com o que cada trabalhador espera. Estudos do setor e medidas recentemente colocadas em prática por grandes empresas, porém, apontam que pode haver sim uma distinção entre benefícios mais representativos para as mulheres e homens. 

Uma pesquisa recente da revista Working Mother elencou as 100 melhores empresas para as mães executivas trabalharem – na lista estão grandes multinacionais, como Citi, Johnson & Johnson, HP, Kraft e IBM -, e as companhias citadas possuem vantagens como horário flexível, creches dentro da empresa, sites corporativos com dicas sobre maternidade e enfermeiras disponíveis 24 horas para tirar dúvidas. 

Anseios distintos para mulheres com filhos, por exemplo, são bem comuns e para elas pode ser importante conceder flexibilidade de horários ou disponibilizar uma creche dentro da empresa. O banco Citi, nos EUA, citado na pesquisa americana, identificou que suas colaboradoras estavam preocupadas com o futuro dos filhos após a conclusão do Ensino Médio e decidiram inovar: disponibilizaram uma empresa de serviços financeiros para ajudar os pais a buscarem instituições de ensino que atendessem de maneira adequada aos interesses e coubessem no orçamento familiar. Já a farmacêutica Eli Lilly, também americana, oferece aconselhamento com um grupo de novas mães e sessões familiares com psicólogos, sem custo nenhum para os funcionários. 

Aqui no Brasil as medidas ainda são tímidas, mas já podem ser vistas. A Eurofarma, por exemplo, oferece creches, auxílio-creche, 100% de subsídio para medicamentos da empresa, licença-maternidade de seis meses, material escolar para filhos dos funcionários, academia, ambulatório (com estrutura para consultas, exames e pré-natal), salão de beleza e consultórios de fisioterapia e pilates dentro da sede. 

Se as medidas foram incorporadas e continuam na lista de benefícios ofertados por estas empresas é porque agradaram, mas o mais importante é que a empresa garanta que todos terão acesso a oportunidades e tratamentos iguais, independente do sexo, que os benefícios sejam estendidos a todos os colaboradores. A partir do momento que este equilíbrio existe, a companhia deve buscar e levar a relação trabalhista a um modelo de relacionamento empresa-colaborador, onde a companhia busca conhecer ao máximo os seus colaboradores e seus respectivos anseios, identificar e entender com profundidade aqueles que se dedicam e se empenham em trazer resultados diários. Entender as diferenças, anseios e aspirações inerentes a cada indivíduo é fundamental para atrair, reter e engajar os melhores talentos do mercado. 

Mais que uma tendência, compreender as diferenças entre as pessoas e fazer com que todos os colaboradores sintam que há possibilidade de crescimento dentro da organização são necessidades hoje em dia. No que diz respeito à diversidade de gênero, Estados Unidos e países europeus estão mais evoluídos em relação às políticas de benefícios voltadas para as mulheres se comparado com a América Latina. As empresas brasileiras estão adotando políticas criativas e inovadoras de bem-estar para os funcionários, tornando-se referência para a região e exportando o modelo para países de primeiro mundo.

As grandes companhias, quase todas, já investem em benefícios que atendam as necessidades individuais de cada colaborador e a diferença para as pequenas e médias empresas já começa a diminuir. As PME’s perceberam a importância da recompensa adequada para competir de igual para igual com as grandes, fidelizando os funcionários e diminuindo o turnover. 

Oferecer benefícios que tranquilizem as mulheres em relação à maternidade e associá-los com outras políticas que visem o bem-estar delas dentro da companhia é fundamental para criar um ambiente onde as colaboradoras mantenham o equilíbrio entre a vida profissional e pessoal. Este equilíbrio será o responsável por impactar positivamente o desempenho da funcionária e trazer bons resultados para a empresa, que contam com uma presença feminina cada vez maior. 


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Site americano lista as melhores e piores profissões


Quem trabalha como atuário, profissão que lidera o ranking, tem 27% de possibilidades de crescimento e média salarial anual de US$ 87 mil





O site norte-americano CareerCast.com, especializado em empregos, listou as melhores e piores profissões nos Estados Unidos neste ano. Em primeiro lugar está o atuário, profissional técnico especialista em mensurar e administrar riscos. Em seguida aparecem as profissões de engenheiro biomédico, engenheiro de software, otorrinolaringologista e consultor financeiro.
Já a pior profissão, segundo o site, é a de e repórter de jornal. As funções de ator, soldado, lenhador e trabalhador de poço de petróleo também foram avaliadas como ruins. O levantamento avaliou 200 profissões com base em cinco critérios: demandas físicas, ambiente de trabalho, renda, estresse e perspectivas de contratação.

Segundo o site, quem trabalha como atuário tem 27% de possibilidades de crescimento e média salarial anual de US$ 87 mil. Enquanto isso, os jornalistas recebem em média US$ 36 mil pelo mesmo período e têm uma projeção de queda de 6% ao ano.
50 MELHORES

50 PIORES

1 Atuário

2 Engenheiro biomédico

3 Engenheiro de software

4 Otorrinolaringologista

5 Consultor financeiro

6 Higienista dental

7 Terapeuta ocupacional

8 Optometrista

9 Fisioterapeuta

10 Analistas de sistemas da computação

11 Quiroprático

12 Fonoaudiólogo

13 Fisiologista

14 Professor universitário

15 Médico veterinário

16 Nutricionista

17 Farmacêutico

18 Matemático

19 Sociólogo

20 Estatístico

21 Físico

22 Oculista

23 Podólogo

24 Desenvolvedor de web

25 Historiador

26 Engenheiro ambiental

27 Oficial de liberdade condicional

28 Engenheiro de petróleo

29 Meteorologista

30 Geólogo

31 Gerente de recursos humanos

32 Engenheiro civil

33 Ortodontista

34 Terapeuta respiratório

35 Técnico de registros médicos

36 Astrônomo

37 Psiquiatra

38 Programador de computador

39 Gerente de mídias sociais

40 Analista de pesquisa de mercado

41 Assistente Paralegal

42 Dentista

43 Dermatologista

44 Reparador de máquina industrial

45 Médico (Clínico geral)

46 Logístico

47 Contador

48 Consultor de gestão

49 Assistente social

50 Médico assistente

151 Reparador de equipamentos elétricos

152 Agente imobiliário

153 Faxineiro

154 Técnico de Engenharia

155 Executivo sênior

156 Escritor

157 Motorista de ônibus

158 Serralheiro

159 Gerente de hotel

160 Lixeiro

161 Engenheiro de operações

162 Caixa de banco

163 Marinheiro

164 Instalador de carpetes

165 Recebedor de mercadorias

166 Policial

167 Bombeiro

168 Editor de jornais e revistas

169 Caixa

170 Controlador de tráfego aéreo

171 Operário da construção civil

172 Fotógrafo

173 Costureira / Alfaiate

174 Pintor

175 Trabalhador da indústria automotiva

176 Trabalhador de precisão

177 Comprador

178 Estoquista

179 DJ

180 Militar

181 Doméstica

182 Designer de Moda

183 Açougueiro

184 Radialista

185 Garçom / Garçonete

186 Preparador de imposto

187 Lavador de pratos

188 Fotojornalista

189 Agente penitenciário

190 Agricultor

191 Comissário de vôo

192 Carpinteiro

193 Carteiro

194 Leitor de água e luz

195 Leiteiro

196 Trabalhador de refinaria de petróleo

197 Ator

198 Soldado

199 Lenhador

200 Repórter (Jornal)


Veja a lista completa no CareerCast.

Fonte: Administradores

segunda-feira, 22 de abril de 2013

6 fatores que consomem seu tempo no trabalho e 6 dicas para derrotá-los


Tempo é dinheiro e agilidade é uma exigência do mercado




Cada vez mais, o tempo vale dinheiro e as empresas vêm tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os retornos necessários.

"O ritmo alucinante das mudanças, a avalanche de dados e informações, a pressão do mercado para se produzir mais, com menor custo e tempo possíveis,  reforçam a necessidade de gestão compartilhada e produtiva do tempo para garantir lucratividade, empregos bons e estáveis com a qualidade devida", explica o diretor executivo da Innovia Training & Consulting, Ricardo Barbosa.

Porém, as dificuldades para um profissional se adequar a essa demanda de mercado é muito grande. Ricardo detalha pontos que potencializam essas dificuldades:

Ausência de foco - O colaborador acumula várias obrigações e deseja resolver tudo ao mesmo tempo, o resultado é que nenhuma das obrigações é feita;

Falta de concentração na tarefa em execução - o colaborador leva para empresa problemas pessoais, além de conversas paralelas que faz com que o resultado fique prejudicado;

Ausência de planejamento - Não sabendo se planejar ocorre confusão e não se estabelece prioridades;

Acomodação que gera desmotivação - Muitos colaboradores não buscam fazer um trabalho diferenciado, criando um ciclo vicioso na relação acomodação e desmotivação;

Procrastinação - deixar tudo que se pode fazer hoje para o amanhã;

Refém de ferramentas tecnológicas - as pessoas ficam apegadas ao celular e ao uso de e-mail de forma errada (checar caixa de correspondência toda hora).

Por outro lado, Ricardo Barbosa reforça que isso não significa que o colaborador não tem direito de descansar e que o chefe deve ser carrasco. "O descanso é fundamental para que se possa ser produtivo. Nenhum profissional pode trabalhar 100% do seu tempo, temos que cada vez mais exercer o famoso ócio criativo. Assim, são necessárias relações balanceadas. Uma forma eficaz é utilizar o quadrante do tempo, onde você irá separar suas atividades em Crises (importante e urgente), Urgências (urgente mas não importante), Planejamento (importante mas não urgente) e Rotina (nem importante e nem urgente)", sugere.

Veja as principais dicas de Ricardo para que um colaborador otimize seu tempo:

Estabelecer prioridades
Disciplinar reuniões
Disciplinar horários para conversas
Estabelecer código de conduta telefônica  e para eletrônicos
Classificar ativas que são importantes e urgentes
Evitar acumular funções que não sejam suas.